MINISTRY - Ghouldiggers

[postlink]http://rocknrollpost.blogspot.com/2012/07/ministry-ghouldiggers.html[/postlink]http://www.youtube.com/watch?v=TCQppWC6iLEendofvid[starttext]A banda foi formada em Chicago no ano de 1981 por Alain Jourgensen, filho de refugiados cubanos. Musicalmente falando o Ministry começou synth pop, sendo um pioneiro do estilo nos EUA. Após lançar alguns compactos pelo selo Wax Trax!, a banda assina com uma gravadora grande (a Arista Records) e lança With Sympathy. Apesar de musicalmente competente, o álbum não teve o mesmo éxito comercial de seus contemporâneos New Romantic (Depeche Mode, Eurythmics, Duran Duran, etc). Jourgensen disse, numa entrevista à Kerrang!, que o álbum “não valia nem ser roubado” e que tinha sido gravado sob pressão da gravadora.

No ano seguinte o Ministry embarca numa turnê européia ao lado do Front 242; é aí que o som do grupo começa a ficar mais pesado. Também em 1984 Jourgensen ouve “People Are People” do Depeche Mode. Esse compacto tinha sido produzido por Adrian Sherwood, originalmente um produtor de Dub que começara a produzir bandas de Música industrial. “People Are People” era pop, mais toda sua “instrumentação” era feita de found-sounds: tubos, ferramentas, etc.

Com Sherwood à bordo, a “banda de um homem só” lança Twitch, um álbum mais denso de que o seus primeiros lançamentos, já contando com vários samplers (tendência que continuaria mais tarde). Durante a turnê do disco Jourgensen conhece Paul Barker, baixista do The Blackouts, e à partir daí forjam uma parceria que duraria quase 20 anos. Em 1987 Jourgensen têm uma epifania musical quando volta tocar guitarra. “Ninguém nunca tinha tocado Thrash metal com uma bateria eletrônica” disse, anos depois. Jourgensen nunca chegou a comentar o que realmente tinha o inspirado para tomar tal atitude. No entanto, se verificarmos o catálogo da Wax Trax!, vemos que essa gravadora de Chicago foi a responsável pelo lançamento do compacto “Envoyé” (1986), do Young Gods, nos Estados Unidos…

Em 1988, com a entrada de William Rieflin, a banda grava o influente The Land of Rape and Honey, parindo de uma só vez o Metal Industrial. Esse disco, quase dez anos depois, alcança o status de disco de ouro nos EUA. The Mind Is A Terrible Thing to Taste segue um ano depois, ainda mais “metálico” que o disco anterior. Ele foi o segundo disco de ouro do Ministry, um feito, sem dúvida, para uma música tão cáustica e agressiva. Após o lançamento do álbum mais bem sucedido de suas carreiras - Psalm 69 - e alguns fracassos (Filth Pig, The Dark Side of the Spoon, etc), Paul Baker sai da banda.

A banda ainda “dedicou” na ocasião, ao presidente estadunidense George W. Bush três álbuns contra o próprio. Foram eles: House of the Molé (2004), Rio Grande Blood (2006) e The Last Sucker (2007), fazendo frequentes alusões a administração do presidente.

Em 2008, lançaram um álbum de covers. Jourgensen decidiu dar fim à banda após 27 anos de estrada e após um turnê de despedida, a banda findou suas atividades no ano de 2008.
fonte: last fm

Uma banda que nunca se prendeu ao comun, já teve seu tempo de popularidade, hoje em dia vivem só do nome e da boa música que fazem, esse ano lançaram seu novo álbum, que não obteve grandes destaques nas paradas músicais, mas foi o suficiente para mostrar que a banda ainda está viva e têm muito o que mostrar ainda.
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3 comentários:

Abraão Braga disse...

Legal

Jeh Pagliai disse...

Olá :)

Ai, num gostei muito da música... Mas, acho que pelo vocalista ter me assustado um pouco, hahaha

Beijinhos

palavras ao vento disse...

cara estranho....mais o som e maneiro...

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