CRADLE OF FILTH - Frost On Her Pillow

[postlink]http://rocknrollpost.blogspot.com/2012/10/cradle-of-filth-frost-on-her-pillow.html[/postlink]http://www.youtube.com/watch?v=Z3tZhKM-kz4endofvid[starttext]Cradle Of Filth é uma banda inglesa de Suffolk, Londres, formada em 1991. O seu estilo musical tem levantado muita discussão, pelo que se referenciará e . Os seus temas líricos destacam-se por literatura gótica, poesia, erotismo,vampirismo mitologia e filmes de horror. Aposta numa caracterização maquiavélica de criaturas guerreiras e demoníacas e numa teatralização de movimentos. É tida como uma das bandas mais espetaculares do gênero musical, e a que mais tem destacado novo público a esse domínio.
Antes de terem lançado o primeiro álbum ‘The Principle of Evil Made Flesh’ tocavam Death Metal.

O Cradle of Filth pode ser considerado como uma das bandas responsáveis pela ressurreição do black/death metal ao redor do mundo. Não que essas vertentes mais extremas do metal estivessem mortas, mas, no mínimo, podemos dizer que elas estavam restritas à um público bem pequeno. Então, seria melhor dizer que o Cradle foi um dos responsáveis pela popularização que vem ocorrendo nos últimos tempos deste estilo, abrindo espaço para outras excelentes bandas. Não é a toa que Dimmu Borgir, At the Gates, e o pessoal mais veterano como Mayhem e Emperor, conquistaram muitos fãs recentemente.

A banda foi formada na Inglaterra, no verão de 1991, e tinha como membros iniciais o vocalista Dani, o guitarrista Paul Ryan, seu irmão tecladista Ben, o baixista John Richard e o baterista Darren. Com esse line-up, gravaram uma demo em 1992, chamado “Invoking the Unclean”. Logo depois gravaram um segundo demo, chamado “Orgiastic Plesure”, já com o guitarrista Robin na banda. Este sai da banda pouco tempo depois, mas com a saída do baixista John Richard, ele volta para assumir o baixo, enquanto um novo guitarrista entra, chamado Paul Allender. Com todas essas mudanças, mais um novo demo é gravado, chamado “Total Fucking Darkness”. Logo depois, Darren sai da banda para a entrada do excepcional baterista Nickolas Baker.

A essa altura, o Cradle era um sexteto: Dani nos vocais, Robin no baixo, Paul Allender na guitarra, Paul Ryan na outra guitarra, Ben Ryan nos teclados e Nickolas na bateria. No final de 1993, devido a repercussão de “Total Fucking Darkness”, a Cacophonus Records contrata a banda, que já se destacava pelo conteúdo de suas letras e pela imagem da banda em si. Assim como as bandas mais antigas do estilo, eles vestiam-se e pintavam-se de um jeito característico, com um apelo gótico muito forte. Mas as letras eram um pouco diferentes: em vez de explorar temas como vikings e ocultismo, os temas preferidos do letrista Dani são vampiros e a lenda de Elizabeth Bathory (que teria sido uma aristocrata européia do século 16 que torturava e matava seus criados, acreditando que ao beber o sangue destes, conservaria sua beleza ao longo da eternidade). As letras de Dani também se destacam por serem muito bem escritas, com um certo apelo poético. E isso não é nada estranho ao sabermos que ele, em sua juventude, leu e estudou obras de escritores e filósofos como Nietzsche, Shelley, Baudelaire, De Sade e Byron.

O primeiro álbum da lançado pela banda saiu em abril de 1994, e se chama “The Principle of Evil Made Flesh”. Nesse disco, que vendeu aproximadamente 32.000 cópias, destacam-se músicas como “The Forest Whispers My Name” e “A Crescendo of Passion Bleeding”. No encarte do álbum, a banda usa “nomes artísticos”, como, por exemplo, “Nocturnal Pulse” para Robin e “Dark Immortall Scream” para Dani.

A sucessão de trocas entre os membros continuava e alguns problemas entre a banda e a Cacophonus começavam a evidenciar-se também. No segundo trabalho da banda, o mini-álbum “Vempire or Dark Faerytales in Phallustein”, lançado em 1996, três foram as mudanças no line-up: saíram os irmãos Ryan para darem lugar à Stuart Anstis (guitarrista) e Damien Gregori (tecladista), além da saída de Paul Allender para a entrada de Jared Demeter. Esse mini-álbum também faz relativo sucesso, aumentando a fama e a legião de fãs do grupo.

Enquanto escrevia material para um novo disco, a banda negocia sua saída da Cacophonus, e em novembro de 1996, conseguem trocar de selo. A nova casa agora é a Music For Nations. Ainda antes de um novo lançamento, mais uma mudança na formação: sai o recém chegado Jared para a entrada de Gyan Pyres.

Em 1996, a banda lança então um novo disco, chamado “Dusk … And Her Embrance” . Produzido por Kit Woolven (Cathedral, Thin Lizzy), é um excelente álbum que tem como principais destaques a belíssima faixa que dá nome ao trabalho e a épica “Malice Through The Looking Glass”. Foi produzido durante dois meses; na verdade, a banda ainda estava na Cacophonus quando começou a preparar esse disco, mas já haviam decidido lançá-lo por outro selo devido aos problemas com a antiga gravadora.

“We wanted this album to transcend the way a normal album would sound”, disse Dani em uma entrevista na época do lançamento. “We wanted it to sound almost inhuman”. No álbum, a banda aparece cada vez mais envolvida com vampirismo, além de misturar a isso uma certa temática erótica, realçada pelos belos vocais femininos que permeiam algumas das melhores faixas (vocais femininos já apareciam nos discos anteriores, mas em bem menor quantidade). Destacam-se ainda belas passagens orquestradas, que fazem desse disco um dos melhores do black metal dos últimos tempos. A partir dele, o prestígio da banda torna-se quase mundial, e o número de fãs agora é bem maior. Atualmente são encontradas edições especiais deste disco, como, por exemplo, uma edição digi-pack com algumas faixas bônus.

Depois de uma grande turnê de divulgação, a banda volta ao estúdio ao lado do produtor Jan Peter Genkel (Therion) para a gravação de um novo álbum, não sem antes ter mais uma mudança em sua formação : saiu o tecladista Damien para dar lugar à Lecter Smith. Assim, lançam em 1998 mais um incrível disco: “Cruelty And The Beast”. O título do disco é uma referência à uma frase do filósofo prussiano Friederich Nitzsche, que originalmente dizia: “There is no beast without cruelty” (“não existe besta sem crueldade”). Destacam-se nesse álbum algumas músicas arrebatadoras como “Beneath the Howling Stars” e “Desire in Violent Overture”, além da sinistra “Venus in Fears”. Nesse disco, temos ainda mais destacada a participação do vocal feminino da cantora Ingrid Pitt. E por fim, destaque especial para a belíssima arte final do disco, principalmente no encarte: a começar pela capa, que é uma das mais bonitas no metal nos últimos tempos (apesar de ultimamente as bandas estarem dando atenção especial a este detalhe), passando pelas páginas que possuem belas imagens da modelo Luiza Morando interpretando Elizabeth Bathory. Existe também uma edição especial desse álbum, que vem com um disco bônus contendo três músicas inéditas (uma delas em versão remix) e dois covers (“Hallowed Be Thy Name” do Iron Maiden e “Black Metal” do Venom).

Ainda em 1998, a banda participa de dois outros projetos: um tributo ao Slayer chamado “Slatanic Slaughter II”, no qual a banda toca a música “Hell Awaits” – participam ainda desse tributo bandas como Vader, Benediction e Anathema; e a coletânea “Gods of Darkness”, para o qual a banda contribui com “Malice Through The Looking Glass”, e figura ao lado de nomes como Dimmu Borgir, Emperor, Satyricon, Mayhem e Dissection.

Depois de mais uma longa e tumultuada turnê (devido à vários problemas com grupos religiosos que protestavam contra as apresentações da banda, principalmente nos EUA), a banda tem mais uma baixa: Nickolas Baker deixa o grupo para ir tocar com o Dimmu Borgir. Ele chega a participar das gravações do último single da banda, “From the Cradle to Slave”, lançado já em 1999, que tem ainda a participação de dois outros bateristas. Atualmente, quem ocupa este posto na banda é David Hirscheimer que, aparentemente, já se tornou membro efetivo. Logo depois do lançamento do single, mais mudanças: saíram Lecter Smith e Stuart Anstis (motivo: diferenças pessoais com Dani) para a volta dos guitarristas Paul Allender e Gyan Pyres. A banda continua procurando um tecladista.

Em 2000 Martin Powell juntou-se ao Cradle vindo da banda ‘My Dying Bride’ para o lugar de Lector nos teclados e como citado “logo acima” Paul Allender então volta a banda como guitarrista depois de ter saido em 1995. Esta era line up: Dani (vocais), Gian (guitarras), Adrian (bateria), Robin (baixo), Paul (guitarras) e Martin (teclados) para a criação de um novo álbum, e possivelmente o maior sucesso de todos “Midian” que justamente foi lançado no dia de Halloween. Neste mesmo ano o vocalista Dani Filth atua no filme ‘Cradle Of Fear’, produzido pelo mesmo diretor do video clip ‘From The Cradle To Enslave’.
Continuando em 1999, a banda participou de uma outra coletânea, chamada “Beauty in Darkness”. O Cradle toca a música “Cruelty Brought The Orchids”. Participam também deste projeto bandas como Crematory, My Dying Bride e Moonspell.

Em 2003 a banda lança mais um album “Damnation And a Day” é dividido em quatro partes (na ordem: “Fantasia Down”, “Paradise Lost”, “Sewer Side Up” e “The Scented Garden”), mas dessa vez seu a presença do guitarrista Gian Pyres contando apenas com Dani , Paul Allende,Martin Powell - Teclados, Violino, Guitarra(…),Dave Pybus,Adrian Erlandsson,Sarah Jezebel Deva.cada parte começa com uma introdução e tem mais três músicas, em um total de 17 músicas e quatro introduções

No ano de 2004 eles voltam a estudio para o lançameto de “Nymphetamine” Nymphetamine é o sexto álbum de estúdio da banda Cradle of Filth, lançado em 28 de Setembro 2004, e que conta com a participação do novo guitarrista James McIlroy. Contém também participações especiais de Liv Kristine (vocalista do Leaves’ Eyes) na faixa “Nymphetamine”, Doug Bradley nas narrações e ainda conta com King Diamond nos backing vocals na faixa “Devil Woman”.

Logo após lança o Thornography é o sétimo álbum de estúdio da banda e com a ultima participatação do baterista Adrian Erlandsson Para entrada de Martin Škaroupka

Godspeed on the Devil’s Thunder é o oitavo álbum de estúdio da banda. A banda é formada por Dani Filth (voz), Paul Allender (guitarra), Dave Pybus (baixo), Martin Škaroupka (bateria) e Mark Newby-Robson (teclado).,Charles Hedger - guitarra ao vivo ,Rosie Smith teclados ao vivo.

Darkly, Darkly, Venus Aversa é o nono álbum de estúdio da banda,Lançado em 2010

Evermore Darkly é o 10º album da banda lançado em 2011
incluindo faixas inéditas, imagens da banda na estrada e dez músicas tocadas ao vivo durante a apresentação da banda no festival Graspop Metal Meeting, bem como o clipe para a música “Lilith Imaculada”.

Este ano será lançado mais um album,porém O álbum possui faixas regravadas e orquestradas de quatro álbuns de carreira do grupo, e chegará às lojas em 21 de abril de 2012 .

FONTE: LAST FM

A banda não têm estilo definido, mas ganharam a fama de serem a versão malvada do Iron Maiden, Cradle Of Filth chegou a ter algum destaque na grande mídia, principalmete depois da participão da trilha sonora do segundo filme  Resident Evil.

http://theorderofthedragon.com/
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4 comentários:

Lucas Adonai disse...

Ghotic metal é algo bem peculiar... não curto muito mas o instrumntal é bem interessante!

Cícero Barbosa disse...

tenso!

Ambition disse...

Apesar de não ser muito a minha cara, tenho que parabenizar o blog é muito bem feito. Parabéns.

Anônimo disse...

Cradle Of Filth rules!

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