MELIAH RAGE - Where Nothing Ever Grows

[postlink]http://rocknrollpost.blogspot.com/2012/10/meliah-rage-where-nothing-ever-grows.html[/postlink]http://www.youtube.com/watch?v=46I5czurhS8endofvid[starttext]Comparável a Metallica, Anthrax, Megadeth, Exodus e ao começo do Testament, o Meliah Rage está entre as bandas de / que vieram nos anos 80. O conjunto não é tão conhecido quanto essas outras bandas; ainda assim, o grupo de Boston desfrutou de um pequeno e entusiástico culto desde os anos de Ronald Reagan. O Meliah Rage foi formado pelo guitarrista Anthony Nichols em 1985; naquele ano, Nichols (que tocou brevemente junto com a banda punk de Beantown, Gang Green) uniu forças com o vocalista Mike Munro, o guitarrista Jim Koury, o baterista Stu Dowie e o baixista Jesse Johnson (que não deve ser confundido com o vocalista/guitarrista que tocou com o The Time e que foi parte do império do Prince nos anos 80). O Meliah Rage (cujo nome foi inspirado pela prática da tribo indígena Meliah de tomar ópio antes de entrar em batalha) esteve causando rumores na cena de Boston por três anos quando, em 1988, eles fecharam um contrato com a Epic Records, que lançou seu álbum de estréia, “Kill to Survive”, naquele ano. O primeiro álbum de estúdio foi seguido por “Live Kill” (um EP ao vivo) em 1989, e pelo segundo álbum full-lenght de estúdio da banda, “Solitary Solitude”, em 1990. “Solitary Solitude” foi o último lançamento do Meliah Rage pela Epic; em 1992, eles deixaram o selo da Sony. Foi também em 1992 que o Meliah Rage passou por algumas mudanças de formação. Quando Jesse Johnson e Stu Dowie deixaram a banda, dois novatos foram contratados: o baixista Keith Vogele e o baterista Sully Erna, que passou 18 meses no Meliah Rage antes de ir se tornar o vocalista da bem conhecida banda de vinda de Boston, Godsmack. Durante o período Erna/Vogele, a banda gravou uma demo entitulada “Unfinished Business” e vendeu-a para vários selos. Mas os selos grandes pareciam não receber bem a demo; em 1992 e 1993, o era rei, e o pessoal da A&R estava ocupado procurando o próximo Nirvana ou o próximo Pearl Jam. Selos maiores pareciam sentir que o Meliah Rage não era alternativo o suficiente, apesar de bandas de com influências de e de rendiam geralmente muito mais num clima pós-“Nevermind” do que bandas de ou . Por volta de 1994, alguns membros do Meliah Rage iniciaram projetos paralelos, mas nenhum deles deu certo — e em 1995 (depois que Vogele e Erna saíram), mais uma formação do Meliah Rage foi construída. Desta vez, Bob Mayo (antigamente pertenceu ao Wargasm) estava no baixo e Dave Barcos estava na bateria. Depois de “Death Valley Dream”, de 1996, o Meliah Rage se separou. Mas oito anos depois, a banda se reuniu com uma nova formação em 2004 que juntava três dos membros originais — Nichols, Koury e Johnson — com o baterista Barry Spillberg (outro ex-membro do Wargasm) e com o vocalista paul souza. Nichols havia expressado interesse em trabalhar de novo com o vocalista original, Mike Munro, mas este declinou a oferta para poder passar mais tempo com sua família — e Souza acabou entrando no negócio. Com essa formação feita, o Meliah Rage gravou seu primeiro álbum depois de oito anos, “Barely Human”, que foi lançado pela Screaming Ferret Records em agosto de 2004.

fonte: last fm

Banda clássica do segundo escalão do Thrash Metal. vocês vão notar nessa música uma semelhança íncrivel com algumas músicas do Metallica.

http://www.facebook.com/MeliahRage
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2 comentários:

Renata disse...

Impressionada com as produções que tenho visto aqui.

Victor Lourenço disse...

O som deles é incrível.

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